O SafeChat acompanha o WhatsApp do seu filho adolescente e te avisa quando algo indica risco — aliciamento, sofrimento, isolamento. Sem guardar mensagem nenhuma, sem mostrar o que foi escrito. Nem para você.
Só funciona com o adolescente sabendo. É condição, não configuração.
A diferença entre proteger e vigiar está no detalhe. Um relatório que deixa reconstruir a conversa não protegeu ninguém — só reescreveu a mensagem.
Na maioria dos dias, silêncio — e isso é o produto funcionando. Quando algo muda, o tom muda junto. Toque para ver.
Um dia dentro do padrão. Você não precisa fazer nada — e é assim que a maioria dos dias termina.
O aparelho é vinculado com o adolescente presente e concordando na tela — nada de modo escondido. Ele sabe que está ativo desde o primeiro dia.
Com que frequência, com quantas pessoas, em que horários, se apareceu contato de fora do círculo. Nada disso exige ler o que foi escrito.
Aliciamento, sofrimento, hostilidade. O aviso diz o padrão observado — nunca o assunto. Na maioria dos dias, nenhum aviso.
Porque é isso que separa proteger de espionar.
Leva alguns minutos, e o adolescente participa do pareamento.
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